quarta-feira, 19 de maio de 2010

UM DIA CAMPESTRE!!!






















Dia 16/05 talvez foi o dia mais inusitado da viagem. Pelo menos foi até agora. Fomos conhecer o interior, o campo, os ermo!
Fomos de trem (clandestinos!) até uma cidadezinha de nome impronunciável do interior da Alemanha encontrar com o Heinrich, nosso amigo, pai do Jan, para passearmos pelo interior e imos até a cidadezinha de cudomundópolis, digo, Brockhimbergen, de onde veio o Jan.
No caminho, Heinrich nos levou a uma cinematográfica cidadezinha chamada Luneburg (acho q é assim q se escreve). Parece uma cidade daquelas de conto de fadas. Tudo pitoresco, lindinho, parecendo cidade de boneca. Aí vc vê a diferença entre a Alemanha e o Brasil. Pq, as cidades grandes no fundo são todas iguais, mas vendo como vivem os alemães do interior, qta diferença com a vida dos brasileiros do interior, principalmente do nordeste.
Passeamos bastante, a cidade tem uns riachozinhos, pontezinhas, casinhas, muralhas, tudo lindinho... Queria viver aqui!
Depois fomos a umas interessantes feiras do interior, feitas por camponeses hippies, meio coisa de wicca, bruxos celtas, sei lá... Onde se vende artesanato feito por eles, comida, tem música, as crianças brincam, é um barato! Tem até protesto anti-nuclear no meio!
Terminando o dia, chegamos a Brockhimbergen q é menor q Monsenhor Gil, mas, q qualidade de vida! A casa do Jan parece de cinema, sem luxo, mas com o maior conforto do mundo... Conhecemos tb a mãe dele, chilena e meio estabanada como nós latinos, gente fina! Jantamos uma comida tipicamente alemã - com cerveja tb - preparada pelo nosso anfitrião. Foi um belo descanso e uma bela descoberta do interior!
Nossos amigos daqui já estão deixando saudades e temos q agradecê-los pela companhia e ajuda!
Embarcamos pra Amsterdã no dia seguinte, mas aí é outra postagem...

terça-feira, 18 de maio de 2010

HAMBURG!





























































































Hamburgo! Não, não estamos falando do lanche, mas da cidade portuária do norte da Alemanha, onde passamos os dias 14 e 15, ainda em companhia do Jan. Nessa cidade pelo menos ele está mais em casa q em Berlim - q, se n fosse o Caio...
Hamburgo é bem bonita, organizada e possui um acervo arquitetônico mais bem conservado q n chegou a ser destruído pela guerra em relação a Berlim. Passeamos menos, pq as farras lá foram um pouquinho a mais... Ela é ainda mais underground q Berlim e o nosso guia alemão com os amigos dele q conhecemos sabem onde buscar agitos!
Mas fizemos muitos passeios interessantes: a carcaça da igreja de S. Nicolau, estilo gótico q foi praticamente toda destruída na guerra, porém, seus restos abertos a visitação nos fazem pensar nas coisas lindas q a barbaridade destruiu. Subir na torre foi muito legal, porém, lá é a cidade mais fria até agora e lá em cima tinha um vento de matar!
A cidade tem o segundo maior porto da Europa e o passeio de barco é muito interessante! O porto é enorme, vimos embarcações gigantescas e aprendemos um pouco como funciona essa coisa toda!
Farras, diversão e cerveja - aqui mais q nunca! Uma noite com gente maluca e lugares bacanas. Mas todo mundo nessa cidade porta uma garrafa de cerveja na mão - seja q hora for. Como diz o ditado: em Hamburgo, faça como os hamburgueses! Assim fizemos!!!

domingo, 16 de maio de 2010

ENFIM, BERLIM!




























































































Demorei a postar, pois tem sido uma correira danada! Na última postagem estávamos chegando em Berlim. agora já estamos em hamburg, mas tenho q dar notícias e testemunhar dias na cidade mais complexa até agora: Berlim!













Berlim é rica: em culturas, memórias, cronologias. A cidade é absolutamente austera e underground; nova e antiga; com feridas que parecem superadas e com cicatrizes visíveis e doloridas.













A ambiguidade da cidade se percebe percorrendo as praças institucionais e urbanisticamente corretas e austeras, com ruas impecáveis e prédios fabulosos da era prussiana e modernérrimos pós-guerra fria e depois indo para bairros multiculturais e undergrounds como Kreuzeberg e os bairros do antigo setor oriental que trazem a Rússia para perto de nós.













As feridas das duas guerras mundiais e da guerra fria não cicatrizam, mas a cidade supera suas marcas com um jeito totalmente novo de urbanização, seguindo em frente sem deixar de olhar pra trás.













Divertimento é o que não falta: comida de todo lugar - principalmente do oriente. Cerveja, cerveja e cerveja! Estamos passando muito bem, bebedores e apreciadores desse líquido dourado que somos! Festas muuuuito bacanas e pessoal descolado - posso dizer que me encontrei em Berlim - desprendimento q falta a minha amada Teresina.













Aqui estamos em companhia de nosso querido amigo: Jan! Tem sido bacana estar com ele e ver que ele continua o mesmo louco de antes. Passamos por cada momento de matar de rir! Sem ele, a comunicação ia ser impossível: o idioma é indecifrável - inclua-se aí q nem tudo tem tradução pro inglês: placas de aviso, cardápios... socorro! Nem meu parco inglês is funcionar! Mas, estando muito bem ciceroniados por um nativo, é só relax!













Cultura, contra-cultura, história, modernidade, organização, ruínas - mudança total da paisagem, língua e omportamentos latinos tão familiares que encontramos na Itália. Muita festa, estilo de vida contestador e louco, amigo querido e não menos biruta - isso é, enfim, BERLIM!

terça-feira, 11 de maio de 2010

10_05_VENEZA!





























Valeime! Outro urbanismo! Veneza é lindo, romântico, outra aventura! Canais, ônibus que são barcos, gôndolas, casarios na beira da água, becos e surpresas a cada esquina. E aquilo é esquina??? Nem dá pra saber. O veredito: Veneza é experiência. Experiência em todos os sentidos: cheiros, umidade, urbanismo totalmente inusitado, romantismo! É um suspiro a cada esquina!







Em um dia, fizemos o q dava: bom hotel, (romântico!), igrejinhas (S. Barnaba - aquela do Indiana Jones e a Última Cruzada), Igreja e Piazza de S. Marco (claro!) e... Gôndola!!! Uma fortuna, mas vale a pena - principalmente se vcs tiverem em casal!







Questa é la vitta chi io peditto a Dio!

09_05_FIRENZE!!!






















Gentém... Tem arte e cultura dissolvida no oxigênio que paira sobre Florença! Tudo é algo mais, nada é matéria. Linda cidade, porém, cheia de turistas como Roma. Mais fácil de andar, porém.






De manhã, perdemos um tempão (e a paciência) na fila da Galeria Uffizzi. Mas vale a pena, porém, na próxima, reservaremos (isso evita uns 150 min de fila, viu?). Lá dentro: obras lindíssimas, com destaque pra sala do Ticiano, do Botticelli (o Nascimento da Vênus - é todo dourado!!!) e as obras do Rafael. Depois, Ponte Vecchia - linda, linda - as margens do rio Arno e ....






Ah.... fala sério! Retiro o q eu disse sobre a Catedral de S. Pedro ser a coisa mais absurda q eu já tinha visto: a Catedral de Florença com seu duomo e o Batistério de Giotto ganharam! Algo me diz q eu ainda vou mudar esse texto umas 10x! Chorei de novo. É uma beleza tão indescritível e emociona pela forma. Forma e beleza puras... lindo!






Fomos ver o Davi do Michelangelo e, ele é belo, mas achei q ele é meio cearense - a cabeça dele é desproporcional em relação ao resto. Devia ter dado umas aulas de anatomia pro Michelangelo.






Mas vale a pena. Comemos bem, bebemos nosso oitavo vinho da viagem e só!